Chamo-me Manuel Blanc, tenho formação em psicanálise e etnopsicanálise, e um espírito curioso, empático e literário. Neste espaço introdutório, queria deixar uma pequena impressão de como funciona a minha clínica e a minha abordagem. Em traços gerais, a mensagem que quero passar é que procuro ajudar pessoas que me trazem sempre histórias que eu nunca ouvi antes, com combinações de sentidos únicos, que me obrigam sempre a sentir e a pensar coisas novas, que depois se revelam sempre necessárias para o caminho que se constrói a dois.
Acredito que cada pessoa é feita de movimentos subtis, de estados que mudam com o tempo. Nada é fixo. Nada é definitivo. Há sempre algo em transição.
Acredito que cada pessoa é feita de movimentos subtis, de estados que mudam com o tempo. Nada é fixo. Nada é definitivo. Há sempre algo em transição.
O modelo que pratico é atento aos detalhes:
ao tom de voz, às pausas, às imagens que surgem, às emoções que se insinuam antes de ganharem forma. Tal como na pintura impressionista, interessa-me mais a atmosfera do que o contorno rígido, mais a experiência vivida do que a explicação imediata.
O meu percurso cruza a psicologia com contextos organizacionais e teatrais. Essa travessia ensinou-me o valor da estrutura, mas também a sua insuficiência quando aplicada ao humano insensivelmente. Hoje, a estrutura serve apenas como moldura — nunca como limite.
Acompanho pessoas em momentos de mudança, dúvida ou desalinhamento interno. Momentos em que algo perde nitidez e pede para ser olhado com mais tempo e mais cuidado
Não trabalho para corrigir, normalizar ou acelerar.
Trabalho para iluminar zonas internas, para tornar pensável aquilo que antes era apenas sentido, para ajudar a construir novos significados a partir da experiência.
Cada processo é único.
O ritmo é respeitado e o caminho é descoberto.
Num espaço de escuta, reflexão e transformação possível.
Um espaço onde pequenas perceções podem produzir mudanças profundas.
Um espaço onde o cuidado acontece também no tempo que se permite.
Embora haja, naturalmente, muita nuance técnica, aplicada conforme os diferentes modos de funcionamento psicológico, o essencial do meu trabalho é sempre o mesmo: ajudar as pessoas a conversar melhor com o que sentem, com a maneira como se representam, são representadas e como representam os outros. Esta conversa é o essencial do meu trabalho, e penso que todas as pessoas evoluem se conseguirem conversar melhor com estes campos identitários. Sejam doentes ou não, nunca conheci ninguém sem limitações representacionais e emocionais que não tornassem a própria vida mais difícil em muitos pontos.
No resto do site, poderão encontrar textos que vos permitem perceber a maneira como penso certos temas fundamentais da minha profissão, o que depois vos poderá fazer perceber se vos faz sentido ou não, proporem-se a ser pensados por mim.
As consultas podem ser presenciais ou online.
Consulta
de Psicologia/Psicoterapia
Adulto ou Adolescente